Coelhinho da páscoa é branco?
http://www.procter.com.br/pg/contact/index.html#ambiente
Meio Ambiente
2. O que significa ser biodegradável?
Significa que um material pode se decompor em componentes mais simples por meio de uma ação biológica natural. O desenvolvimento de produtos e embalagens que sejam biodegradáveis após descartados parece, à primeira vista, uma boa idéia. De fato, o ideal seria que todos os restos sólidos voltassem à natureza sem deixar resíduos. Entretanto, não é assim que funciona e, acreditar que o fato de ser biodegradável resolva todo o problema dos restos sólidos, é muito simples.
Existem 2 considerações importantes para determinar a conveniência da biodegradabilidade dos materiais. A primeira é que alguns materiais podem se decompor em substâncias maléficas que voltam à terra, à água ou ao ar, tais como o gás metano. Em casos assim, é preferível a utilização de materiais não biodegradáveis, como o plástico. Nota da Bettina (1): é por isso que agora temos grandes campanhas para a redução de sacolinhas plásticas nos grandes centro. A segunda consideração refere-se ao tempo que leva para a decomposição dos restos. O ritmo da decomposição depende de vários fatores, como a umidade, o oxigênio, a temperatura, a quantidade de microorganismos e a presença de agentes inibidores e de nutrientes. Entretanto, dadas as condições dos depósitos de lixo (encontram-se cobertos de restos a tal ponto que impedem a passagem de ar, água e luz, retardando assim o processo), a decomposição chega a levar tanto tempo que deixa de oferecer um benefício real. Nota da Bettina (2), o problema então não seria o plástico em si, o grande vilão da história são os aterros, aham, claro!
—
3. O que ocorre com a fralda/absorvente quando descartados? Esses produtos são biodegradáveis?
A celulose é uma matéria prima biodegradável (é o mesmo material-base utilizado na fabricação de produtos como lenços de papel, papel higiênico e toalhas de papel). Os outros componentes desses produtos não são biodegradáveis, mas representam uma parte muito pequena?? do total de resíduos sólidos. Nota da Bettina (3) Em torno de 2% do lixo doméstico, num grande centro, é composto por fraldas descartáveis. Em SP, isso pode ser traduzido como 260 toneladas/dia. OK, no artigo é citada a parte plástica da fralda, mas não há como desmembrar a parte celulósica da plástica na hora de jogar a fralda no lixo. http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/04/17/295401671.asp
—
4. O que a P&G está fazendo para encontrar uma alternativa para os componentes não biodegradáveis da fralda/absorvente?
Embora a tecnologia não tenha criado um substituto prático para esses componentes, a P&G continua avaliando diversas fontes de materiais que podem ser adequados a esses produtos. Nota da Bettina (4), já existem fraldas biodegradáveis! Sim, são mais caras, mas a tecnologia já foi definida. http://www.treehugger.com/files/2005/12/gdiapers_the_ne.php
—
5. O que acontece com o plástico da fralda/absorvente?
Não temos conhecimento de publicação alguma que indique o índice de decomposição para o revestimento de polietileno. Nota da Bettina (5) http://www.compam.com.br/decomposicao.htm basta dar um google com “decomposição + plástico” Na realidade, a decomposição de qualquer material depende, em grande parte, das condições de oxigenação e umidade dos aterros. Entretanto, em termos gerais, é certo que o plástico, como o polietileno, é um material que se mantém inalterado por muito tempo.
—
6. Por que utilizar plástico na embalagem? Existe alguma vantagem nesse material?
As embalagens de plástico têm uma série de vantagens, entre elas:
Maior durabilidade do que as de papelão.
Menos peso para o transporte do produto.
Ocupam menos espaço para efeito de armazenamento.
Protegem contra umidade.
As embalagens de plástico são recicláveis.
Representam uma economia de energia, que é um fator importante para a preservação de nosso meio ambiente; consomem 5 vezes menos energia do que seria necessário para a fabricação de caixas de papelão.
São seguras e não tóxicas. A segurança dessas embalagens foi comprovada tanto a nível de uso como refugo. Apesar de não biodegradáveis, se decompõem sem o menor índice de toxidade.
As embalagens de plástico podem ser queimadas sem risco algum.
O uso de embalagens de plástico reduz a quantidade de embalagens que se descartam e passam a fazer parte do grosso dos desperdícios sólidos. Esta redução é de 80% se comparada às embalagens de papelão.
Arquivado em: Consumismo, Desvantagens, Geral, Lixo, Reciclagem, Tecnologia