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  • Quantas fraldas o Brasil descarta?

    Apenas 27% das crianças de 0-30 meses usam fraldas descartáveis, mesmo assim são descartadas:
    - 204 fraldas por segundo
    - 12. 240 fraldas por minuto
    - 734.400 fraldas por hora
    - 17.625.600 fraldas/DIA
  • Trocar 5500 fraldas DESCARTÁVEIS x 40 fraldas de PANO, é viável?

    Minha intenção com este blog é divulgar informações, dados, estatísticas a respeito do uso de fraldas. Quais são os impactos do uso de fraldas descartáveis? Quais são as desvantagens do uso de fraldas de pano? Viabilidade, sustentabilidade, impacto ambiental. O que pesa mais? Um lixão sobrecarregado de fraldas a céu aberto ou um sistema de águas sobrecarregado de água, sabão e dejetos fecais?

As mamadeiras de vidro também estão voltando…

Nem tudo que brilha é ouro já diziam os sábios, mas em tempos de modernidade, tudo passa a ter um apelo imenso, pois nos é cobrada, sim, principalmente das mulheres, uma jornada de trabalho maior, em frentes de trabalho distintas. Hoje em dia, ficar em casa para cuidar dos filhos passou a ter conotações opostas, de fartura ou mesmo de anulação feminina.

Ideologias à parte, as mamadeiras de vidro, assim como vários outros recipientes de vidro estão voltando ás prateleiras dos mercados. Bom ou ruím, não é a questão, penso mais no prejuizo, talvez irreversível, que já foi causado, quando temos acesso às informações em geral.

As embalagens de vidro podem retornar ao mercado numa escala bem maior do
que a esperada. Tudo por causa da presença do Bisphenol-A nas embalagens
de plástico. Segundo pesquisadores, o elemento causaria problemas à saúde.
Entre eles estaria a obesidade.

As mamadeiras de vidro fabricadas no Brasil serão as primeiras a voltar.
Já em setembro elas estarão disponíveis nas gôndolas de supermercados. Os
modelos atualmente encontrados são importados. A indústria líder do setor
de embalagens de vidro no País, Owens-Illinois, associou-se a um
laboratório para essa investida. É uma primeira ação para aproveitar a
crescente onda internacional que discute as reações do elemento
Bisphenol-A na saúde.

As mamadeiras de plásticos e derivados já foram proibidas no Canadá por
causa dessa discussão, que vem crescendo e esquentando há dois anos tanto
na América do Norte quanto na Europa. Outras embalagens da indú stria do
plástico também estão na berlinda por serem usadas para alimentos e
bebidas.

No Brasil, o assunto ainda está fora dos holofotes, mas presente nos
bastidores da indústria petroquímica. Mais de 50% das embalagens de
produtos como alimentos, bebidas, cosméticos e farmacêuticos são feitas
com derivados de plástico. O custo menor é o principal apelo para a
indústria.

Uma pesquisa encomendada pela multinacional Owens-Illinois, no entanto,
mostra que 91% dos consumidores preferem a transparência do vidro. Mesmo
assim, apenas 10% dos alimentos hoje são embalados em vidro no mercado
nacional. A pesquisa foi feita com 3 mil consumidores de nove países,
entre eles o Brasil.

Hoje, a indústria prefere utilizar o vidro em categorias premium e acaba
cobrando mais por isso. “Em dois anos, cresceu 30% a procura de vidro por
fabricantes de produtos orgânicos”, conta Rildo Lima, diretor de vendas e
marketing da Owens-Illinois. Essa boa imagem ajuda o crescimento d o setor
que, no ano passado, atingiu 1,1 milhão de toneladas, 10% em relação a
2007.
Fontes: Estado de São Paulo e Datamark

Por Redação

Revista Supermercado Moderno – SP  (18/08/2009)

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