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    Mais um Natal Luz chega ao fim, mais uma vez meu atelier foi assaltado, sempre nessa época! Mas eu continuo acreditando no poder da energia boa! Seguimos focando no bem, sempre! Avante que 2018 tem tudo para ser um ótimo ano 😍 Mais um pronto (falta forrar, claro)! Tapetes de atividades para bebês brincarem.  #tapetedeatividades  #tapeteinfantil #patchwork #patchaplique  #ciadasmaos #natalluzgramado #compredequemfaz #go +1 projeto na mesa... Corta recorta junta separa, quase quase! Tapete de atividades 😄😛🤗
#ciadasmaos #tapetedeatividades #artesanato #patch #patchwork  #natalluzgramado #compredequemfaz Mobile para bebê conforto. Done! Turma do Mogli, preparando-se para viajar por aí, muitas histórias contar e sorrisos cativar😍 Só agradeço! 
#fantochesdefeltro #ciadasmaos #artesanato #teatrodebonecos Olhinhos curiosos vão se encantar! Primeiro móbile, pronto! #ciadasmaos #mobile #feltro #artesanato Gnomos fantoches! Prontinhos 😍
#gnomos
#fantoche
#boneco
#teatrodebonecos 
#ciadasmaos Zoiudas prontinhas! Pintando as pupilas! #cobra #bonecos #fantochedefeltro #ciadasmaos
  • Quantas fraldas o Brasil descarta?

    Apenas 27% das crianças de 0-30 meses usam fraldas descartáveis, mesmo assim são descartadas:
    - 204 fraldas por segundo
    - 12. 240 fraldas por minuto
    - 734.400 fraldas por hora
    - 17.625.600 fraldas/DIA
  • Trocar 5500 fraldas DESCARTÁVEIS x 40 fraldas de PANO, é viável?

    Minha intenção com este blog é divulgar informações, dados, estatísticas a respeito do uso de fraldas. Quais são os impactos do uso de fraldas descartáveis? Quais são as desvantagens do uso de fraldas de pano? Viabilidade, sustentabilidade, impacto ambiental. O que pesa mais? Um lixão sobrecarregado de fraldas a céu aberto ou um sistema de águas sobrecarregado de água, sabão e dejetos fecais?

Redes ajudam na recuperação de bebês em UTI

http://www.jornalfloripa.com.br/geral//index.php?pg=verjornalfloripa&id=1646

Um projeto inovador tem ajudado na recuperação de bebês prematuros internados na UTI neonatal do Hospital de Clínicas de Niterói, região metropolitana do Rio. Dez minirredes de tecido foram instaladas em incubadoras. Aconchegados no pedaço de tecido, os bebês diminuem sua frequência respiratória e cardíaca, gastam menos energia e se recuperam mais rápido.

De acordo com o diretor médico do hospital, Paulo Cesar Santos Dias, a rede reproduz, em certo nível, o ambiente que o bebê tinha no útero materno.

As redes são feitas por uma costureira que usa, em sua confecção, flanela e atadura de crepom. Quando um bebê recebe alta, o material é esterilizado no próprio hospital.

A ideia foi “importada” de uma maternidade da Paraíba. A técnica não é indicada para bebês em estado mais grave, que precisam estar ligados a muitos aparelhos.

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