Babyslings: Das tramas e tecidos aqui, ali e acolá!

Vi um sling de argola pela primeira vez na vida no consultório do G.O, aos 45 minutos do segundo tempo, em 2001. Era um importado dos EUA. Lindo, maravilhoso e quente. Muito quente. Tecido grosso, nem vou dizer que era uma sarja cruzada pois na época ninguém falava em sarja, e que dirá cruzada. Comprei o meu da Maya Wrap, demorou horrores para chegar e logo em seguida, foi abandonado ali pelos cantos do quarto onde ninguém olha muito. Motivo? Calor. Muito quente. Estávamos em junho no interior paulista e com certeza, eu não chegaria viva ao verão usando meu lindo e maravilhoso sling importado, chiquetoso e quente.

Iniciei minhas pesquisas, muitos tecidos, composições, trações, encolhimentos. Cores, amores, fibras… Afinal, temos no país uma vasta oferta. Percebi que o ato de carregar uma criança junto ao corpo não era uma novidade brasileira de cuidado infantil, mas sim uma tradição, um cuidar, um zelo, que envolve toda e qualquer cultura sobre a superfície da terra. Não há povo que não tenha carregado seus rebentos junto de si em algum momento da história de sua evolução, em alguma posição óbvia pertencente ao contexto. Ao longo dos anos, a introdução de acessórios afins substituiu o ato de carregar ou mesmo, terceirizou, de acordo com as classes sociais analisadas. Alguém sabe dizer quem inventou o carrinho de bebê? Em que ano, em que lugar desse mundão?

Ao longo destes 16 anos, meu respeito pela tradição aumentou à cada ano, conforme eu ia me aprofundando no tema e percebia que o carregar um bebê junto ao corpo, é um ato de amor, é um colo com amor portátil e que vale tudo. Vale muitos tipos de tecido, muitas tramas, muitas improvisações, muitas densidades de fio e o que falará mais alto sempre, é o bem estar da dupla que se beneficia dele, respeitando seus limites de segurança.

Já vi sling de tecido sintético fino, grosso, duplo. Já vi tecidos de sarja, tecidos de fato em teares, malhas as mais diversas, mescladas, sintéticas ou de algodão apenas.

Então o que fica é, o respeito à tradição, respeito ao material que você tem em casa, ao tipo de amarração com a qual você se sente mais confortável e assim seguimos, sempre inspirando outras pessoas a tentar, a experimentar. O empoderamento é a primeira de muitas barreiras a serem transpostas, o sling é uma ferramenta valiosíssima, caso contrário não persistiria ao longo de tantas gerações, não veríamos mais mães e suas crianças nos lugares mais distantes.

Experimente, ouse, aproveite, um sling é um colo de amor que te dá liberdade  de movimento, mantendo teu bebê juntinho de ti com segurança e responsabilidade! Até um lençol bem amarrado, dá uma boa improvisação, experimente! Em casa temos diversas possibilidades!

Sling em promoção na loja www.lojababyslings.com.br  com até 50% de desconto!

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