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    Amo cola quente, amo dedos queimados #sqn Cabelos colados, só falta as carinhas 💓💓#fantoche #marionetes #teatrodebonecos #contarhistorias #ciadasmaos Das visitas nossas de cada dia!! É cada susto!!! A danada tem uns 12 cm de largura.  #bruxa #mariposa #bomdia #borboleta  #ciadasmaos Onde eu estava com a minha cabeça quando achei que ia ser facinho facinho... 36 miaus intercalados numa colcha de patchwork de 2,5x2,5m. #patch #patchaplique #gatos #patchwork #colchadepatchwork #artesanato #feitoamaolivre #ciadasmaos Bolo de beterraba!! Estranho... Mas até que ficou bom! Mais bonito do que bom! #bolo #beterraba #vidasaudavel Gatos muiiito! Vai ter cor, chega de mesmice! #gatos #patch #patchaplique  #ciadasmaos Novidades chegando! 🤗
Estrelas em cores!
#patch #estrelas #ciadasmaos Mais um Natal Luz chega ao fim, mais uma vez meu atelier foi assaltado, sempre nessa época! Mas eu continuo acreditando no poder da energia boa! Seguimos focando no bem, sempre! Avante que 2018 tem tudo para ser um ótimo ano 😍 Mais um pronto (falta forrar, claro)! Tapetes de atividades para bebês brincarem.  #tapetedeatividades  #tapeteinfantil #patchwork #patchaplique  #ciadasmaos #natalluzgramado #compredequemfaz #go +1 projeto na mesa... Corta recorta junta separa, quase quase! Tapete de atividades 😄😛🤗
#ciadasmaos #tapetedeatividades #artesanato #patch #patchwork  #natalluzgramado #compredequemfaz
  • Quantas fraldas o Brasil descarta?

    Apenas 27% das crianças de 0-30 meses usam fraldas descartáveis, mesmo assim são descartadas:
    - 204 fraldas por segundo
    - 12. 240 fraldas por minuto
    - 734.400 fraldas por hora
    - 17.625.600 fraldas/DIA
  • Trocar 5500 fraldas DESCARTÁVEIS x 40 fraldas de PANO, é viável?

    Minha intenção com este blog é divulgar informações, dados, estatísticas a respeito do uso de fraldas. Quais são os impactos do uso de fraldas descartáveis? Quais são as desvantagens do uso de fraldas de pano? Viabilidade, sustentabilidade, impacto ambiental. O que pesa mais? Um lixão sobrecarregado de fraldas a céu aberto ou um sistema de águas sobrecarregado de água, sabão e dejetos fecais?

Para criar um bebê só é preciso senso comum

http://www.paisefilhos.pt/index.php/destaque/5427

Para criar um bebê só é preciso senso comum! Dr. Carlos Gonzalez

Para criar um bebê só é preciso senso comum! Dr. Carlos Gonzalez

pediatra espanhol Carlos González, autor do livro Bésame Mucho, regressou a Portugal, a convite do projeto Mamar ao Peito, para uma conferência sobre amamentação. Em entrevista à Pais&filhos, falou dos temas que mais preocupam os pais. Basta ouvi-lo, lê-lo, para se ficar com a impressão de que ter filhos é a coisa mais fácil do mundo.

Porque é que as crianças resistem tanto ao sono? Porque é que tantas vezes não querem dormir?

A minha teoria é que os bebés, na nossa sociedade, têm medo de ficarem sozinhos. A maioria das mulheres do mundo anda com os filhos às costas todo o dia. A nós, europeus, custa-nos compreender que somos muito poucos e que, na maior parte do mundo, não é como nós fazemos. Na maior parte do mundo, os bebés andam às costas da mãe durante todo o dia e dormem com a sua mãe à noite. Para os bebés africanos ou peruanos, que andam nas costas da mãe todo o dia, é igual estarem a dormir ou estarem acordados, porque adormecem e acordam e continuam junto da sua mãe. Mas, na nossa sociedade, assim que o bebé adormece pomo-lo no berço. Então, os bebés europeus passam várias vezes por dia pela experiência de que estão com a sua mãe quando adormecem e quando acordam estão sozinhos. E eu penso que chegam à conclusão de que é melhor não dormirem. Porque, senão, a mãe vai embora.

Há muitas críticas ao co-sleeping. Que prejudica a autonomia da criança, que estraga o casamento…

Se não prejudica o marido, não vai prejudicar o bebé. Há muitas mulheres que dormem com os seus maridos e isso não prejudica a sua independência, o seu crescimento, não acontece nada.

Mas não pode prejudicar a relação?

Todos os nossos avós dormiam com os filhos e tinham muitos mais filhos do que agora… De alguma maneira se consegue.

(abre o livro de Fernando Pessoa e lê)

“Quando eu morrer, filhinho,/Seja eu a criança, o mais pequeno./Pega-me tu ao colo/E leva-me para dentro da tua casa./Despe o meu ser cansado e humano/E deita-me na tua cama./E conta-me histórias, caso eu acorde,/Para eu tornar a adormecer./E dá-me sonhos teus para eu brincar/Até que nasça qualquer dia/Que tu sabes qual é.

Isto era o normal em 1914.    Continue lendo

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